Barney Stinson, o maior mulherengo do mundo, fala como conquistar uma capa de PLAYBOY

O ator americano Neil Patrick Harris foi a maior atração da Comic Con Experience – CCXP 2016. Estivemos na coletiva de imprensa, realizada pela Netflix no último dia de evento, e não deixamos de perguntar para o interprete do maior mulherengo do mundo, Barney Stinton de How I Met Your Mother, como ele conquistaria uma capa da PLAYBOY.

Depois de pensar e relembrar o clássico estilo do personagem pegador, Harris improvisou uma resposta digna de Barney Stinson: “Ele diria que é um explorador internacional que contraiu uma doença grave e só pode ser curada por meio de uma sucção genital. E ela [a capa da PLAYBOY] é a única pessoa que pode ajudar a curá-lo, sugando o veneno. Ele quer sexo oral, para quem não entendeu”, respondeu entre risos dos presentes. É uma boa “desculpa” para cantar uma garota da capa da PLAYBOY ou não?

O ator ainda destacou que aprendeu bastante com o personagem sem noção e mulherengo. “O Barney não se preocupa com o que os outros pensam dele. Ele me ensinou a não ter medo. Ele tem esse pensamento de que se você tenta e não consegue, você tem uma história melhor”, disse.

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(Foto: Tabata Pitol)

Novo personagem

O foco de sua passagem pelo Brasil foi a série Desventuras em Série, que estreia em 13 de janeiro na Netflix. Na nova produção, que chega ao público mais de 10 anos depois do filme (que conta com a participação de Jim Carrey), Harris dá vida ao perverso Conde Olaf, que adota os irmãos Baudelaire para tentar ficar com a herança da família.

Inspirada no livro de Lemony Snicket, Harris conta que passava mais de três horas se preparando e teve que ter certeza de que o personagem tinha que ser bastante assustador. “Ele é a representação do mal”, comentou.

Para dar ainda mais veracidade ao personagem, o ator fez questão de se manter no personagem em tempo integral e ser mau com os atores mirins Malina Weissman (Violet) e Louis Hynes (Klaus). “Sempre que eles me viam eu já estava como Olaf e dizia ‘bom dia, crianças talentosas e insuportáveis’. Foi divertido ser um babaca”, acrescentou.