[+de18] Lais Arena: um espetáculo para vocês

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  • Tabata Pitol

Meu nome é Lais Arena e tenho 21 anos. Sou de Campinas , São Paulo, mas atualmente moro em Monte Sião, Sul de Minas. Sou videomaker, fotógrafa e dreadmaker (a quem interessar!). Pretendo me manter no caminho da área audiovisual, ainda estou experimentando as vertentes, vendo onde me encaixo melhor… Mas, no geral, quero continuar com a câmera na mão.

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Atualmente sou uma pessoa bem tranquila, gosto de ficar em casa. A maior parte do tempo eu passo editando fotos e vídeos ou estudando softwares novos. Mas no tempo livre eu curto pintar quadros, assistir séries de comédia, tocar violão, fazer yoga, cozinhar… mas também curto dar uma volta às vezes, ir para alguma cachoeira, respirar.

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Sou bem ligada à internet, mas não à redes sociais. Na verdade, muitas vezes eu esqueço de entrar no Facebook por vários dias, ou esqueço de responder a galera… não é proposital! Eu fico distraída pesquisando e estudando coisas de meu interesse, ou jogando algum jogo. Meu instagram é @lais.arena. Ela eu tento acessar com mais frequência, mas não tenho postado tanto pois estou sem celular no momento.

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A fotografia veio muito cedo pra mim. Eu estava bem no início do ensino médio, por volta dos meus 15 anos, e tirava fotos minhas pra postar no Orkut. Uma moça viu, achou bonito e perguntou se eu não faria um ensaio dela no estilo das minhas fotos. No fim das contas eu saía convidando garotas pela escola para posarem pra mim. A minha câmera era bem ruinzinha e longe de ser profissional, então eu comecei a aprender edição de fotos na internet, a fim de melhorar a qualidade das minhas imagens. Aproveitando o embalo da câmera, eu quase sempre fazia trabalhos de escola em formato de vídeo e editava no programa básico de vídeo do Windows. Venho, então, estudando e me aperfeiçoando em ambas áreas.

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Já a vida em frente às lentes foi um caso à parte. Eu trabalhei como modelo numa agência aos 14 anos, pois minha família estava convencida de que ia rolar; mas eu não curtia muito, fazia mais pelo acaso… começaram a exigir mudanças que eu não queria no meu corpo, e em certo momento disseram que eu jamais poderia cortar o cabelo ou fazer tatuagem… vish, fiquei doida da vida e cortei meu cabelo todinho com gilete. E pouco tempo depois comecei a me tatuar, hahahahahaha

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Larguei mão de modelar profissionalmente mas, alguns anos depois, acabei aceitando convites de ensaios alternativos com fotógrafos autônomos, e gostei. Hoje, estar em frente às lentes é pra mim uma terapia de auto-aceitação.

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Eu acho que a disseminação do nu é importante, é algo natural. Mas não há como se esperar que todos vejam com a mesma visão artística, mas acredito que em algum momento irão perceber que a beleza de um ser vai além de suas formas e curvas; vem da sua força, da capacidade de se impor, perante injustiças mundanas; que leiam as entrelinhas e notem que, por dentro daqueles(as) que se expõe fisicamente, existe alguém com uma história e lição de vida importantes.

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Bem, hoje eu me encontro numa fase de aprendizado pessoal. Em breve devo tirar alguns meses de tempo pra mim, resolver uns lances meus e, depois disso, darei continuidade aos meus trabalhos.

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Sobre o fotógrafo

Mauro Lainetti (@maurolainetti) – “A sutileza feminina, o resgate da beleza esquecida e a recuperação da autoestima de cada cliente. Isto faz parte de mim, Mauro Lainetti, fotógrafo há 4 anos e realizado no retrato feminino há 2. Sou movido por depoimentos de clientes que mudaram as visões de si mesmas, encontraram suas belezas há muito esquecidas e recuperaram seu amor-próprio. Meu atual projeto é voltado a eternizar de maneira simples o que a pessoa está sentindo no momento de sua vida de maneira sutil, feminina e poética.”