Como se tornar o pior aluno da escola chega aos cinemas com festa da PLAYBOY

Inspirado no livro homônimo do ator, apresentador e comediante Danilo Gentili, o filme Como se Tornar o Pior Aluno da Escola chega aos cinemas neste 12 de outubro  estrelado por Carlos Villagrán (o Kiko, do Chaves), Bruno Munhoz, Daniel Pimentel e Danilo Gentili, além de ter participações hilárias de Moacyr Franco, Joana Fomm, Raul Gazolla, Rogério Skylab e Fábio Porchat.

Na trama, dois alunos se veem divididos entre as obrigações escolares, a necessidade de tirar boas notas e ter bom comportamento, e a falta de propósito em cumprir todas as normas de uma instituição que adota medidas cada vez mais politicamente corretas, até que encontram no banheiro do colégio um diário com dicas para instaurar o caos no local. A partir disso, embarcam numa jornada com bebidas, festas e muita confusão, sob a supervisão do pior aluno da escola, interpretado por Danilo Gentili. 

O filme é para um único público: o que não se importa nenhum pouco com o politicamente incorreto. E bota politicamente incorreto nisso. De crianças bêbadas e de ressaca até um pedido de punheta que deixa até os  adultos menos conservadores em estado de choque, o filme parece querer causar. Mas tanto Gentili, quanto o diretor, Fabrício Bittar,  garantem que esse não é o objetivo. “É bastante simples, esse é um filme feito por garotos, para garotos. Nos divertimos ao fazer para que os adolescentes possam se divertir ao assistir”, diz Bittar. O filme, curiosamente, conseguiu classificação de censura de 14 anos.

Em entrevista à PLAYBOY, Gentili contou que nenhuma ideia foi cortada da versão final do filme por ser “forte demais”e garante que não quer com o longa criticar o sistema escolar. “Eu sempre tive em mente fazer uma comédia. Inclusive me preocupa que algumas pessoas vejam o filme como uma crítica ao sistema escolar. Se a crítica se sobressai a piada, não estamos fazendo um filme, estamos fazendo um discurso e um discurso é muito chato. Se tem uma coisa que o filme fala é que a gente não precisa ser tão chato assim. A gente pode se divertir”, garante.

Carlos Villagrán, que após 45 anos interpretando o Kiko vive agora o diretor do colégio onde se passa a trama, disse que seria interessante que com o longa alguns educadores repensassem as aulas. “As crianças são muito ativas. Ficar 5 sentadas olhando para uma lousa não funciona mais. A escola precisa conseguir valorizar a criatividade, manter as crianças ativas fisicamente e mentalmente. Só assim sairão de lá bons estudantes”, afirma.

Festa da PLAYBOY

Um dos momentos bastante emblemáticos do filme é quando os adolescentes, por meio de uma artimanha do Danilo, conseguem driblar os seguranças e entrar em uma festa da PLAYBOY, proibida para menores de 18 anos. 

Por lá eles se encantam com as nossas coelhinhas e as lindas mulheres presentes no evento. ” O filme traz referências da nossa adolescência e a PLAYBOY fez parte dela. Aquela história da primeira revista de mulher pelada que você compra e você também imagina como vivem aquelas pessoas que saem na seção Clique, são pessoas que vão as festas, estão cercadas pelas coelhinhas é um grande sonho. Então quando pensamos em que festa o personagem do Danilo, que só faz coisas legais, vai, é claro que ele vai na festa da PLAYBOY, conta Bittar.

“Quando você pensa na festa da PLAYBOY você pensa: aqui é um lugar onde você se diverte!”, finaliza Gentili que no longa usa um roupão em homenagem a Hugh Hefner.

Veja o trailer: