Negócios: 2018 é o ano da Copa e dos bons negócios

Se 2017 começou de forma incerta, 2018 já começou com uma nova vibe. A volta do casal #Brumar – Bruna Marquezine e Neymar Júnior, caso você não esteja muito por dentro do mundo das celebridades – já nos trouxe esperanças de que no ano da Copa da Rússia, o nosso craque Neymar estará com gás total para ajudar a seleção a nos trazer o heptacampeonato.

Mas não é só no futebol que podemos nos encher de esperanças. Para os negócios, 2018 também promete. Mas vai ser preciso inovar!

 “Cada vez mais a gente percebe que não é o conhecimento técnico que define os resultados das pessoas e das empresas. Assim, a questão comportamental passa a desempenhar um papel fundamental. Quanto mais você tem pluralidade e diversidade de perfis de comportamento, de gênero, de raça, de cultura, mais você tem um ambiente fértil para que a criatividade apareça”, explica Marcus Marques, diretor-executivo do Instituto Brasileiro de Coaching – IBC, a maior empresa de Coaching & Desenvolvimento Humano do Brasil e  um dos mentores de pequenas e médias empresas mais procurados do país que completa: “Investir em políticas de diversidade e inclusão pode ser uma ótima forma de otimizar os resultados organizacionais.”

A pesquisa “Diversidade é Importante”, realizada pela McKinsey com 366 empresas no Canadá, América Latina, Reino Unido e Estados Unidos revelou que as empresas com diversidade racial e étnica são 35% mais propensas a obter retornos financeiros. Nos Estados Unidos, a pesquisa identificou que há uma relação linear entre diversidade racial e étnica e uma melhor performance financeira da empresa: para cada 10% de aumento na diversidade racial e étnica dos executivos seniores, o EBIT (lucro antes dos juros e impostos) aumenta 0,8%.

Ou seja: os benefícios da diversidade racial são incontestáveis, mas, ainda assim, é possível perceber algumas barreiras no mercado de trabalho. “Cada vez mais a gente percebe que não é o conhecimento técnico que define os resultados das pessoas e das empresas. Assim, a questão comportamental passa a desempenhar um papel fundamental. Quanto mais você tem pluralidade e diversidade de perfis de comportamento, de gênero, de raça, de cultura, mais você tem um ambiente fértil para que a criatividade apareça”, explica Marques.

Para Marques, aspectos como criatividade e inovação, essenciais para que as empresas se diferenciem no mercado atual, são a base para que as organizações encontrem cada vez soluções assertivas. “A criatividade tem muito a ver com uma analogia simples: juntar diversos pontos que a primeira vista pareciam desconectados. Quanto mais diversidade você tem na empresa, mais riqueza de pontos de vistas, perspectivas e referenciais histórico você tem. É daí que surgem as grandes ideias, as soluções de maior valor agregado para o negócio”.

Na prática, a construção de equipes de trabalho multidisciplinares e multicomportamentais deve ser um desafio encarado pelos RHs das organizações. “É importante que os líderes de Recursos Humanos estejam sintonizados com a estratégia das empresas e gerem resultados através de  suas práticas de atração e retenção de talentos. Diversidade deve ser uma das premissas fundamentais dessas ações, em minha visão”, arremata Marques.